A indústria de alimentos está vivendo uma das transformações mais profundas de sua história. O avanço de produtos provenientes de plant-based foodtechs – alimentos elaborados a partir de ingredientes exclusivamente vegetais, mas que entregam sabor, textura e experiência semelhantes aos produtos tradicionais – mudou a forma como consumidores, empresas e toda a cadeia produtiva enxergam o futuro da alimentação.
O que antes parecia um nicho vegano hoje se tornou um movimento global, sustentado por ciência, inovação e capacidade técnica. E é justamente nesse ponto que entra o conceito de foodtech: a união entre tecnologia de alimentos e engenharia industrial para tornar esse mercado possível em larga escala.
Continue lendo para descobrir a logística por trás desse tipo de empreendimento – e qual é o papel dos equipamentos industriais nessa história toda.
O que realmente significa “plant-based foodtech”?
Embora o termo seja frequentemente associado a dietas veganas ou vegetarianas, no universo industrial ele vai além das escolhas individuais. “Plant-based” se refere a um modelo de produção focado em ingredientes vegetais (proteínas extraídas de leguminosas, amidos de tubérculos, óleos, fibras, frutos, sementes e vegetais em geral) trabalhados com precisão para originar novos tipos de alimentos.
Um hambúrguer vegetal, por exemplo, pode combinar proteína de ervilha, fibra de beterraba, gordura de coco e aromas naturais. Um “peixe” plant-based é estruturado para simular a firmeza das fibras musculares. E até queijos vegetais já conseguem entregar elasticidade e derretimento graças a processos de fermentação específicos.

Esses produtos não dependem apenas da formulação. Eles exigem processos industriais cuidadosos – e, muitas vezes, mais sofisticados do que os da indústria tradicional.
Por que o mercado plant-based cresceu tanto?
Há três forças impulsionando o avanço de plant-based foodtechs.
A primeira é o consumidor moderno, que é naturalmente mais atento a impacto ambiental, qualidade nutricional e rótulos simples. Ele quer alimentos mais leves, mas não está disposto a abrir mão da praticidade nem do prazer de comer.
A segunda é a evolução científica. Nos últimos anos, pesquisadores conseguiram entender melhor como proteínas vegetais se comportam quando aquecidas, resfriadas, hidratadas ou texturizadas. Isso abriu caminho para produtos com sensorial cada vez mais convincente.
A terceira, e talvez mais silenciosa, é o salto tecnológico dentro das fábricas. Não basta formular um hambúrguer vegetal artesanalmente – é preciso produzir milhares de unidades por hora, com segurança sanitária, padronização e estabilidade. É aí que a infraestrutura industrial se torna decisiva.
Plant-based foodtechs na prática: como funcionam os processos dentro da indústria?
A infraestrutura da qual falamos aqui se refere a equipamentos industriais de qualidade feitos de aço inox – o mesmo tipo de maquinário usado em praticamente todos os setores produtivos do Brasil. A produção plant-based exige vários dos mesmos passos rigorosos de outros ramos de atividade, como exploraremos abaixo:
Seleção e pré-processamento
Tudo se inicia com o pré-tratamento dos ingredientes: lavagem profunda, classificação por tamanho, remoção de impurezas e padronização do insumo vegetal. Aqui entram:
- esteiras contínuas de lavagem
- ciclones para legumes
- esteiras classificadoras
- descascadores contínuos

Corte, moagem e texturização
Cada produto exige uma granulometria específica para atingir a textura ideal (por exemplo, “fibra” de carne vegetal). Equipamentos essenciais incluem:
- trituradores
- cortadores horizontais
- misturadores de massas e grãos
- quebradores de blocos congelados (para linhas com insumos congelados)
Processos térmicos
Pasteurização, cozimento, resfriamento ou vácuo – tudo deve ser controlado para preservar nutrientes e cuidadosamente calibrado para evitar a degradação das fibras e proteínas vegetais, que são mais sensíveis que as proteínas animais. Isso pode ser realizado por:
- pasteurizadores
- linhas de vácuo
- sistemas de cozimento contínuo
Modelagem e envase
É aqui que produtos tomam forma: hambúrguer, almôndega, tiras, e por aí vai – praticamente todo comestível que você encontra na prateleira de mercados. Equipamentos envolvidos incluem:
- envasadoras
- empacotadoras
- sistemas especiais de moldagem (dependendo da linha)
Embalagem e conservação
Por fim, chega o momento de dar forma ao produto e preparar sua distribuição. A etapa final garante shelf life, segurança microbiológica e estética – algo atingido por equipamentos como empacotadoras e sistemas de embalagem a vácuo, por exemplo.

Não perca: As principais máquinas de produção por setor industrial
Invista em plant-based foodtechs com os equipamentos industriais da Mostaza!
Como pode ver, é impossível pensar em foodtech plant-based sem pensar em tecnologia industrial. A inovação está tanto na fórmula quanto na capacidade de produzi-la em escala – e nenhuma empresa do setor plant-based cresce sem um bom parceiro tecnológico!
É por isso que nós, da Mostaza Equipamentos, vimos ocupando esse espaço ao oferecer máquinas projetadas especificamente para lidar com insumos vegetais, que têm comportamentos muito diferentes dos insumos de origem animal.
Nossos maquinários lavam sem agredir folhas delicadas, classificam raízes pesadas, trituram fibras resistentes, misturam massas densas ou pasteurizam produtos sensíveis sem comprometer nutrientes são parte essencial dessa nova geração de foodtechs. Além de facilitar a operação, essas máquinas garantem padronização, eficiência e segurança – três requisitos indispensáveis para qualquer produto plant-based que queira entrar no mercado com competitividade real.
Mais do que fabricar máquinas, a Mostaza ajuda a traduzir um conceito alimentar em uma linha de produção viável. Portanto, se a sua empresa quer entrar nesse movimento ou expandir sua linha de produção, podemos ser o primeiro passo para você garantir a consistência da sua marca e escalar seus produtos com segurança!
Entre em contato com nossa equipe e descubra como levar sua operação ao próximo nível.
Bom dia, sou de Chapecó SC.
Temos interesse em equipamentos para indústria de Proteína Vegetal.
Vcs tem projeto de planta completa?
Auro Pinto
(49)98412.8512